BANANAL é um projeto proposto pela artista, pesquisadora e produtora cultural Clarissa Ximenes junto com uma rede de artistas, educadores, arquitetos, designers, produtores culturais, realizadores de cinema, cozinheiros e pesquisadores que compartilham do mesmo desejo: criar um espaço interdisciplinar onde cidade, produção artística, formação e sustentabilidade estejam em constante diálogo. A gestão administrativa do espaço será de responsabilidade da fundadora e sua sócia Isabela Ximenes, em diálogo constante com os artistas da casa, que participarão ativamente de um conselho de curadoria e de programação de BANANAL.

clarissa ximenes

gestora geral

Curadora, produtora e pesquisadora, Clarissa é formada em artes visuais pela UNESP (2013) e pós-graduada Gestão Cultural Contemporânea (Itaú Cultural, 2020) e Produção Cultural (CELACC/USP, 2015). Desde 2017 faz parte da equipe de curadoria e programação da Associação Cultural Videobrasil onde realizou inúmeras programações, explosições, residências e cursos, destacado a participação na equipe de curadoria da 21˚ Bienal de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil | Comunidades Imaginadas (2019). Produziu projetos culturais para instituições como Associação Casa Azul, com a 18˚ FLIP (2020), Sesc 24 de Maio (2019), Sesc Pompéia (2017), Vila Itororó (2017), Fundação Bienal de São Paulo (2016), Goethe Institut (2015) e Museu Afro Brasil (2015). Atualmente trabalha como freelancer em curadoria e produção para projetos culturais e desenvolve seu trabalho autoral pesquisando as interseções entre artes visuais, memória, território e cidade. Faz parte do coletivo Foi à Feira, onde produz projetos de instalações e ocupações urbanas tendo participando da 10˚ Mostra 3M de Arte | Lugar Comum no Parque Ibirapuera (2020) e a ocupação Cadê o bonde que passava aqui?, em Pinheiros (2019).

bruna amaro

artista colaboradora

Artista visual, pesquisadora e percussionista, Bruna é graduada em Artes Visuais pela UNESP (2013) e mestra em Estética e História da Arte pela Universidade de São Paulo (2017). Sua produção aborda os eixos Carnaval, Arte e Política, sendo estes disparadores para outros temas, como os motivos para a celebração e a violência de gênero. É mestra de xequerê do Bloco Pagu desde 2017 e uma das fundadoras do Bloco Nu Vuco Vuco, grupo carnavalesco fundado em 2014.  Entre os trabalhos mais recentes estão MASSA GERAL, instalação realizada para a exposição Ninguém vai tombar nossa bandeira (2021), São Paulo/SP; Your head in my hand, boy, que participou da exposição coletiva A NOITE NÃO ADORMECERÁ JAMAIS NOS OLHOS NOSSOS, realizada na Baró Galeria, São Paulo/SP (2019); Artemísia vulgaris, trabalho participante da exposição coletiva BAILE DA AURORA SINCERA, realizada no Solar dos Abacaxis, Rio de Janeiro/RJ (2019); e MANEATER, instalação realizada na Bethany Arts Community durante residência artística na instituição, localizada no distrito de Ossining, Nova Iorque/EUA (2019).

bruna ximenes

artista colaboradora

Bruna é artista e ilustradora graduada em Ilustração e Quadrinhos na Accademia di Belle Arti di Bologna na Itália (ano). Durante sua estadia de cinco anos no país, participou de diversos festivais importantes de ilustração como Bilbolbul (cidade, ano) Ratatá (cidade, ano) e Bologna Children's Book Fair (cidade, 2017), tendo nesta última, sido premiada pelas ilustrações do livro O Menino e o Cipó, da autora Barbara Pumhoesel, publicado pela Editora Espiral do Ceará. Além do livro citado, tem publicações como ilustradora os livros:  Vítor e o Invisível, Luiz Bras, SESI Editora (São Paulo 2013) e Venezia e l'Acqua, Laura Simeoni, Kellermann Editora (São Paulo, 2013). Desenvolveu projetos como designer gráfica para ABER – Associação Brasileira de Encadernação e Restauro (anos) e ministrou diversas oficinas na área de publicações independentes e ilustração para instituições culturais como o Sesc São Paulo, (MAIS ALGUMA?). Recentemente fundou sua própria editora, a Combustível Insólito, onde vem desenvolvendo uma série de projetos tanto de publicação independentes, brinquedos gráficos e prints serigráficos autorais.

carmen garcia

artista colaboradora

Carmen é artista e educadora, formada em Artes Visuais pela UNESP (2013) onde atualmente frequenta o mestrado em Artes (2019-2022). Seu trabalho explora e observa as palavras como matéria, transportando sentidos epistemológicos e culturais da linguagem explorados em diversos suportes, como impressão em papel, objetos, instalações, vídeo e áudio. É co-editora do livro Antologia Trans (Invisíveis Produções, 2017) produzido por autores não-bináries do cursinho TRANSformação, onde foi educadora e produtora do evento TRANSarau (2016-2018). A artista tem poemas experimentais publicados em revistas como Artéria 11, Ctrl+ Verso, BLA Revista e em Antologias de Poesia como Orquídeas: Como cultivar - Poemas pela Democracia e Sarau Brasil (2017). Participou, entre outras, das exposições Emergências (espaço virtual, 2020); FINART - Festival Internacional de Artes Gráficas na Faculdade Santa Marcelina (2019); Via Aérea no Sesc Belenzinho (2018); Hora H na Casa das Rosas (2018); Alicerces de Algodão na Fundação das Artes de Bento Gonçalves (2018); e 2013 Annual Exhibition na Devil ́s Den Gallery, Tasmânia, Austrália.

julia contreiras

artista colaboradora

Julia é designer e artista gráfica graduada em Design pela FAU-USP (2015) e mestre pela mesma instituição, onde concluiu sua pesquisa em experimentação gráfica em 2019. Tem formação complementar em gravura e atua no meio de publicações independentes com o Coletivo Atalho Gráfico, além de atuar profissionalmente como designer editorial e ilustradora para autores e editoras independentes. Desde 2016 desenvolve atividades educativas e práticas, tendo ministrado oficinas de serigrafia no “Dia Internacional da Língua Portuguesa” no Museu da Língua Portuguesa (São Paulo, 2018); o curso “Livros experimentais” no ateliê de gravura da Oficina Cultural Oswald de Andrade (2018); oficinas de gravura no “III Fórum Patrimônio Cultural” na UFMG em Diamantina (2018); e cursos de experimentação gráfica no espaço Lugar de Ler e na Oficina Cultural Oswald de Andrade (2019). Em 2019 participou da residência artística em conjunto com a Editora Quelônio na Folhetaria do CCSP, que resultou na exposição “É Proibido Não Colar Cartazes”. Seu trabalho autoral em gravura explora a figura do corpo e dos seus processos de auto-reconhecimento.

juliana dos santos

artista colaboradora

Artista visual, Juliana é mestre em Arte-Educação pela UNESP (2018) e doutoranda bolsista Capes em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da mesma instituição. Sua pesquisa se dá na intersecção entre arte, história e educação, com interesse pela maneira como artistas negrxs se engajaram em práticas para lidar com os limites da representação. Artista multidisciplinar, Juliana trabalha com vídeo, pintura, performance e fotografia, tendo como um dos recentes temas de sua produção a investigação da cor azul advinda da flor Clitória Ternátea, onde explora a experiência sensível da cor no processo de expansão dos sentidos. Realizou sua primeira individual em 2018, como artista/docente convidada na residência artística da Academia de Belas Artes de Viena e sua primeira solo nacional com a exposição ENTRE O AZUL E O QUE NÃO ME DEIXO/DEIXAM ESQUECER pela Temporada de Projetos do Paço das Artes (2019).  Foi premiada em terceiro lugar no 16˚ Salão de Artes Visuais de Ubatuba (2019) e selecionada para o 12˚ Abre-Alas da A Gentil Carioca Galeria (RJ, 2019). Participou da 12˚ edição da Bienal do Mercosul (Porto Alegre, 2020) e integra atualmente o time de artistas da Trienal de Artes do Sesc Sorocaba (2020/2021).

leonardo matsuhei

artista colaborador

Matsuhei é formado em artes visuais pela UNESP (2012) desde a graduação mantém em paralelo pesquisas em paisagem sonora, composição musical e produção visual em pinturas e vídeos. Desde 2009, atua profissionalmente nas áreas de educação, curadoria e programas públicos de diversas instituições culturais de São Paulo, como a Fundação Bienal, Instituto Itaú Cultural e o MASP. Em 2015, com o músico Felipe Vilasanchez e em parceria com o Estudiofitacrepe-sp, lançou o EP χZION que conjuga as pesquisas dos compositores em paisagem sonora, música concreta, apropriação e colagem digital (https://vilamatsu.bandcamp.com/releases), circulando este trabalho em espaços independentes de arte na cidade de São Paulo. Em 2019, colaborou com Daniel Lie, artista transmidiátique, na elaboração do sound design da instalação “The Others Privacy” (Jupiter Artland - Edimburgo, Escócia). Em 2020 lançou seu primeiro álbum solo GION, que apresenta composições que exploram possibilidades formais e narrativas na interação entre elementos musicais e paisagens sonoras.

luis filipe pôrto

artista colaborador

Luis é artista e educador graduado em Artes Visuais pela Universidade Federal do Espírito Santo. Compôs a equipe educativa de instituições como Museu de Arte do Espírito Santo, Instituto Tomie Ohtake e Sesc Pompéia. De 2016 a 2018 coordenou as ações educativas da Associação Cultural Videobrasil e, atualmente, desenvolve formações de educadores e supervisores em diversas instituições culturais. Também coordena, desde 2019, o programa educativo da Flip - Festa literária Internacional de Paraty. Seus procedimentos artísticos tratam de um espaço particular, utópico, que reconstrói uma paisagem afetiva de sua memória a partir de referências a elementos naturais e simbólicos de seu ambiente de origem. Participou da exposição coletiva “20/20" no Museu Vale (Vitória, ES, 2019); Chiado - Carmo, Metropolis e u-topia” em Paris, Lisboa e Vitória (2016) e  “Constelações ao Sul” na Fundação Cultural de Foz do Iguaçu (2015). É artista integrante do Coletivo Foi à Feira destacando os últimos trabalhos  Objeto Horizonte, na 10˚ Mostra 3M de Arte (2020) e a ocupação Cadê o Bonde que passava aqui? no Largo da Batata (2019).